Aços Patináveis — artigo de Fabio Domingos Pannoni, Dr. Eng.
Este é um artigo técnico de Fabio Domingos Pannoni, Dr. Eng., publicado pela Gerdau. A MalhaPop não escreveu e não editou nada dele: o PDF está aqui inteiro, com o crédito ao autor, porque é a fonte pública que responde a pergunta que mais aparece na compra de aço patinável — como saber se o aço que estão me vendendo é mesmo patinável.
A resposta é um número. As normas americanas de aço patinável — ASTM A242, A588, A606, A709, A852 e A871 — exigem índice de corrosão igual ou maior que 6,0, calculado a partir da composição química pelos dados de Larrabee e Coburn. O artigo traz os índices calculados para vários aços de mercado, e mostra que alguns vendidos como patináveis não alcançam o critério.
O que o artigo responde
São oito páginas densas, com 29 referências. O que segue é o índice do que há dentro, para você decidir se vale abrir — e não um resumo que substitua a leitura.
| Assunto | O que o artigo traz |
|---|---|
| Como a pátina funciona | A camada de óxidos densa e aderente que se forma SOB a ferrugem solta, e os elementos que a produzem: Cu, P, Cr, Ni e Si, somando no máximo cerca de 3% da liga |
| O índice de corrosão | O critério de 6,0 das normas americanas, de onde ele vem, e as três limitações que o próprio artigo aponta no método |
| Índices calculados | Os valores para ferro puro, ASTM A36, A36 com cobre e vários A588 — a tabela que mostra o aço ao cobre reprovando |
| As equações de regressão | As fórmulas de Legault e Leckie para atmosfera industrial, rural e marinha, e as de Pannoni e Marcondes |
| Os dados da Bethlehem Steel | As constantes A e B de Townsend, medidas em três atmosferas industriais por até 16 anos |
| O limite do cloreto | Por que a aplicação é muito limitada em presença de sais marinhos, e o que a experiência das pontes americanas ensinou sobre bolsões de água |
| Histórico | De 1932, na U.S. Steel, ao primeiro edifício sem pintura em 1963 e às 2.300 pontes americanas sem pintura em 1993 |
Como a MalhaPop usa este artigo
Ele é a fonte de três guias do blog — o que separa um aço patinável de um aço ao cobre, as situações em que a pátina não protege, e a diferença entre a marca COR-TEN e a classe patinável. Em todos, o que sai do artigo é fato e número, com a fonte apontada; o texto é da casa.
Ele também está no índice técnico que o atendimento consulta, para que uma pergunta sobre índice de corrosão tenha onde ser respondida com procedência em vez de de memória.
Procedência
Autor: Fabio Domingos Pannoni, Dr. Eng. Publicação: Gerdau. A MalhaPop não possui vínculo institucional, societário ou de representação com a Gerdau — o documento está aqui como referência técnica pública, identificado pelo autor e pela origem.
O aço patinável que a casa vende é o WS 350, cuja ficha completa está na página ao lado.
Catálogo técnico oficial disponibilizado pela Gerdau. A MalhaPop é uma plataforma independente e disponibiliza este material para consulta; especificações, disponibilidade e preços devem ser confirmados na cotação.
